Monday, June 12, 2006

NODDY


Um belo dia, o Noddy ia a passear pelo campo, no seu Carrinho Amarelo, quando ouviu um grito de socorro. Ao verificar de onde vinha o grito, deparou-se com o Shrek caído num enorme e profundo buraco. Quando o Shrek viu o Noddy, começou a implorar: - Por favor, Noddy, tira-me daqui! Eu já fiz de tudo, mas não consigo sair deste buraco! É muito fundo!!! Rapidamente, o Noddy saiu do seu Carrinho Amarelo, abriu o porta-bagagens, pegou numa corda, amarrou-a ao pára-choques do Carrinho Amarelo e atirou a outra ponta para dentro do buraco, para que o Shrek a agarrasse com os dentes. Agilmente, o Noddy voltou para o Carrinho Amarelo, engatou a primeira, acelerou a fundo e puxou o Shrek para fora! Assim que se viu a salvo, o Shrek ficou muito grato ao Noddy e disse-lhe que ficaria a dever-lhe aquele grande favor, por toda vida. O tempo passou, e um belo dia o Shrek ia a passear pelo campo quando ouviu ao longe um grito de socorro. Foi seguindo o som do grito, e encontrou o Noddy, que outrora o salvara, caído num enorme e profundo buraco. Quando o Noddy viu o Shrek, começou a implorar: - Por favor, Shrek, tira-me daqui! Eu já fiz de tudo, mas não consigo sair deste buraco! É muito fundo!!! O Shrek, enquanto acalmava o Noddy com palavras doces, tentava desesperadamente alcançá-lo, mas não conseguia, pois o buraco era muito estreito. Quando já ia desistir, morto de tristeza por não conseguir salvar aquela criaturinha que o tinha ajudado a ele, teve uma grande ideia. Posicionou-se bem em cima do buraco, e foi descendo o seu pénis no buraco e depois massajando para que ele crescesse e chegasse ao Noddy. O Noddy agarrou-se ao pénis do Shrek, foi subindo, subindo, subindo, subindo, e acabou por sair fora do buraco.


MORAL DA HISTORIA: Quem tem um pénis grande, não precisa de ter um Carrinho Amarelo...


ehehehehehehehehehehehehe

Tuesday, May 09, 2006

Para aqueles que nasceram nas décadas de 70 e 80


De acordo com os reguladores e burocratas de hoje, todos nós que nascemos
nos anos 60, 70 e princípio de 80 não devíamos ter sobrevivido até hoje,
porque as nossas caminhas de bebé eram pintadas com cores bonitas em tinta à
base de chumbo que nós muitas vezes lambíamos e mordíamos. Não tínhamos frascos de medicamento com tampas "à prova de crianças" ou fechos nos armários e podíamos brincar com as panelas. Quando andávamos de bicicleta, não usávamos capacetes. Quando éramos pequenos viajávamos em carros sem cintos e airbags - viajar à frente era um bónus. Bebíamos água da mangueira do jardim e não da garrafa e sabia bem. Comíamos batatas fritas, pão com manteiga e bebíamos gasosa com açúcar, mas nunca engordávamos porque estávamos sempre a brincar lá fora.

Partilhávamos garrafas e copos com os amigos e nunca morremos disso. Passávamos horas a fazer carrinhos de rolamentos e depois andávamos a grande velocidade pelo monte abaixo, para só depois nos lembrarmos que nos esquecemos de montar uns travões. Depois de acabarmos num silvado aprendíamos.

Saímos de casa de manhã e brincávamos o dia todo, desde que estivéssemos em casa antes de escurecer. Estávamos incontactáveis e ninguém se importava com isso.

Não tínhamos Play Station, X Box. Nada de 40 canais de televisão, filmes de vídeo, home cinema, telemóveis, computadores, DVD, Chat na Internet. Tínhamos amigos - se os quiséssemos encontrar íamos á rua. Jogávamos ao elástico, à barra e a bola até doía! Caíamos das arvores, cortávamo-nos, e até partíamos ossos mas sempre sem processos em tribunal.


Havia lutas com punhos mas sem sermos processados. Batíamos ás portas de vizinhos e fugíamos e tínhamos mesmo medo de sermos apanhados. Íamos a pé para casa dos amigos. Acreditem ou não íamos a pé para a escola.

Criávamos jogos com paus e bolas. Se infringíssemos a lei era impensável os nossos pais nos safarem, eles estavam do lado da lei. Esta geração produziu os melhores inventores e desenrascados de sempre. Os últimos 50 anos têm sido uma explosão de inovação e ideias novas. Tínhamos liberdade, fracasso, sucesso e responsabilidade e aprendemos a lidar com tudo.

És um deles? Parabéns! Tiveste a sorte de crescer como verdadeiras crianças, antes dos advogados e governos regularem as nossas vidas, "para nosso bem". Para todos os outros que não têm idade suficiente pensei que gostassem de ler acerca de nós. Isto meus amigos é surpreendentemente medonho ... e talvez ponha um sorriso nos vossos lábios: A maioria dos estudantes que estão nas universidades hoje nasceram em 1986...chamam-se jovens. Nunca ouviram "we are the world" e "uptown girl" conhecem de westlife e não Billy Joel. Nunca ouviram falar de Rick Astley, Banarama ou Belinda Carlisle. Para eles sempre houve uma Alemanha e um Vietname. A SIDA sempre existiu. Os CD's sempre existiram. O Michael Jackson sempre foi branco. Para eles o John Travolta sempre foi redondo e não conseguem imaginar que aquele gordo fosse um dia deus da dança. Acreditam que Missão impossível e
Anjos de Charlie são filmes do ano passado. Não conseguem imaginar a vida sem computadores. Não acreditam que houve televisão a preto e branco.

Agora vamos ver se estamos a ficar velhos:
1.. Entendes o que está escrito acima e sorris
2.. Precisas de dormir mais depois de uma noitada
3.. Os teus amigos estão casados ou a casar
4.. Surpreende-te ver crianças tão à vontade com computadores
5.. Abanas a cabeça ao ver adolescentes com telemóveis
6.. Lembras-te da "Gabriela" (a primeira vez)
7.. Encontras amigos e falas dos bons velhos tempos

SIM ESTÁS A FICAR VELHO!!

Talvez alguns de vós não tenham nascido nas décadas aqui mencionadas, mas pode ser que a memória ainda vos permita ténues recordações...

Monday, May 08, 2006

Parabéns mãe!



Escolhida para guardar,
dentro de si,
o dom da vida.
Escolhida para cultivar com carinho
as sementes do futuro.
Escolhida para dar à luz
aquele pequeno ser
que durante todo o sempre
irá simbolizar o que há de mais importante
e precioso na sua existência...
Escolhida para ser capaz
de viver e de sonhar,
de aprender e de viver,
de proteger e de mudar,
de dizer e de calar,
de sofrer e de lutar,
de vencer e de acreditar,
de sorrir e de chorar,
de sentir e de se emocionar,
de saber o que é amar...
Escolhida para ser capaz de tudo,
até mesmo o impossível
por aqueles que com muito orgulho
irá chamar de "filho".
Escolhida para ser mulher,
escolhida para ser especial,
escolhida para ser...
MÃE

Wednesday, May 03, 2006

Boneca


Há tempos, fui comprar uns presentes. Toda aquela gente me fazia confusão. Eu próprio estava muito atarefado com tudo o que tinha para fazer naquele dia.

Apesar daquela barafunda, andei até à secção dos brinquedos e lá, comecei a bisbilhotar os preços e a imaginar se as crianças brincam com presentes tão caros.

Enquanto olhava, reparei num menino com cerca de 5 anos que apertava uma boneca contra o peito. Acariciava o cabelo da boneca e olhava-a tão triste que tentei imaginar para quem seria aquela boneca.

O menino olhou para a senhora que o acompanhava e perguntou:
- “Avó, tens a certeza que eu não tenho dinheiro suficiente para comprar esta boneca?”

A avó respondeu:

-“ Sabes que o teu dinheiro não é suficiente, meu querido”

Entretanto pediu ao menino que ficasse por ali mais alguns minuto, a olhar os brinquedos enquanto ela ia ver outras coisas.

Ao reparar que o menino continuava a segurar a boneca, dirigi-me a ele e perguntei a quem queria oferecer a boneca, ele respondeu:

-“ Esta é a boneca que a minha irmã mais adorava. Ela queria que o nosso pai lhe oferecesse este ano.”

Eu disse-lhe:
-“ Não fiques tão preocupado, vais ver que ele irá oferecer a boneca à tua irmã”.

Mas ele triste disse-me:
- “Não, o pai não poderá levar-lhe a boneca onde ela está. Tenho que dar a boneca a minha mãe e ela poderá levar a boneca a minha irmã, quando lá for.”

Os olhos do menino encheram-se de lágrimas enquanto dizia:
-“A minha irmã teve que ir embora para sempre. O pai disse-me que a mãe também irá embora, em breve, para junto dela. Então pensei que a mãe poderia levar a boneca e entregá-la à minha irmã.”

O meu coração parou de bater. Aquele menino olhou para mim e disse:

-“Eu disse ao pai para dizer à mãe para não ir ainda, que esperasse até eu voltar”.

Depois mostrou-me uma fotografia dele, muito bonita e disse-me:

-“ Eu também, quero que a minha mãe leve esta fotografia, assim elas nunca se esquecerão de mim. Eu gosto muito da minha mãe, não quero que ela parta agora, mas meu pai disse que ela tem de ir para ficar com a minha irmã.”

Aí eu tirei algumas notas do bolso e disse ao miúdo:

-“ E se contássemos novamente o dinheiro, só para termos a certeza de que tens dinheiro suficiente para comprar a boneca?”

Juntei As minhas notas ao dinheiro dele, sem que ele se apercebesse e começámos a contar. Depois de contarmos, o dinheiro dava para comprar a boneca e ainda sobravam uns trocos.

O menino orou:

-“ Obrigado Senhor por ouvires o meu pedido e teres-me dado dinheiro suficiente para comprar a boneca e assim a minha mãe a poder levar. Ele ouviu-me … e eu também queria dinheiro para comprar uma rosa amarela para a minha mãe, mas não ousei pedir-Lhe mais nada. E Ele deu-me o dinheiro suficiente para comprar a boneca e a rosa amarela. Sabe, a minha mãe adora rosas amarelas”.

Uns minutos depois, a avó voltou e eu fui-me embora sem ser notado. Terminei as compras num estado de espírito totalmente diferente daquele que havia começado.

Entretanto, não consegui tirar aquele menino do pensamento.
Lembrei-me de uma noticia que li num jornal, um acidente de viação, em que um homem bêbado, conduzindo um camião, embateu num automóvel onde seguiam uma senhora e uma menina de 3 anos de idade.
A menina morreu e a mãe estava gravemente ferida no hospital e a família decidira desligar as maquinas, uma vez que a senhora não sairia do estado de coma. Pensei se seria a família daquele menino

Dois dias depois, li no jornal que a jovem senhora havia falecido. Não pude conter-me e fui comprar um ramo de rosas amarelas e fui ao velório. Ao chegar reparei que a senhora segurava uma linda rosa amarela, junto uma fotografia do menino e a boneca.

Deixei o local a chorar e trago guardado o amor daquele menino pela mãe e irmã.

Thursday, April 27, 2006

Quando eu era criança


Quando eu era criança, acreditava que as estrelas eram os olhos de Deus, que piscavam de vez em quando apenas para que soubessemos que havia um cara lá em cima de olho nas traquinisses que faziamos.

Quando eu era criança, meu pai dizia-me que eu devia cuspir longe as sementes de melancia, porque se engolisse alguma por acidente, nasceriam outras melancias dentro do meu estômago. Pensava comigo mesmo: "hum, será que é assim que as mães ficam grávidas?".

Quando eu era criança, mantinha sempre os meus olhos atentos ao chão, porque acreditava piamente que um dia encontraria uma lâmpada mágica igual à do Aladim. O único problema é que o gênio provavelmente só saberia falar árabe, e eu ficava angustiado pensando em como conseguiria fazer-me entender. (se nem Inglês sei falar) Aliás, eu tinha na ponta da língua o primeiro pedido que faria ao gênio: "quero que me concedas mais cinquenta desejos!".

Quando eu era criança, assisti a um teatro sobre um tal "morto que riu". A matéria relatava que durante um velório um dos presentes resolveu tirar uma fotografia ao morto dentro do caixão. No entanto quando ele foi revelar os negativos levou o maior dos sustos, porque o morto aparecera sorrindo na fotografia. Até hoje sinto calafrios toda vez que lembro da cara do finado (sim, o "Fantástico" exibiu o retrato do mesmo no final ).

Quando eu era criança, acreditava que sempre chovia nos dias de Finados. E que essa chuva era na verdade as lágrimas derramadas pelos mortos que ficavam emocionados ao ver as suas famílias visitando (ou não) os seus túmulos.

Quando eu era criança, a minha mãe dizia-me que se eu imitasse um gago por mais de cinco minutos, ficaria assim para sempre. Desde então, todas as vezes que eu imitava um ga-ga-gago, ficava de olho no cronômetro do meu relógio digital e esperava até que dessem exatamente quatro minutos e cinquenta e nove segundos, para cessar a brincadeira bem em cima do deadline.

Quando eu era criança, morria de medo de ficar engasgado com uma bala Soft. Certo dia, batata: realmente engasguei-me com uma que ficou entalada na garganta. Fiquei tão desesperado que comecei a correr estabanado pelos corredores da casa da minha avó procurando por ajuda; no susto, acabei engolindo a maldita. Nunca mais pus uma Soft na boca.

Quando eu era criança, não conseguia entender como funciona o tal do Amor. Ficava imaginando: "possa, mas ... e se a minha alma gemea morar na Finlândia ou na Nova Zelândia? Como vou fazer para a encontrar?".


Hoje sou crecido, (nao muito) mas tenho alguma experiencia de vida, penso nesses tempos de infancia, esse tempo de sonhos, de criatividade, em que tudo era belo.

Sei que as estrelas nao sao os olhos de Deus, que nao nascem melancias no estomago, que os mortos nao riem, nao chove sempre no dia de finados e a alma gemea nao mora na Nova Zelandia.... Está aqui tao perto.... aqui... a meu lado!!!!

Tuesday, April 18, 2006

FELICIDADE

Passamos a vida em busca da felicidade.Procurando um tesouro escondido.Corremos de um lado para o outro esperando descobrir a chave da felicidade.Esperamos que tudo o que nos preocupa se resolva num passe de magia. Achamos que a vida seria tão diferente, se pelo menos fossemos felizes.E, assim, uns fogem de casa para ser feliz.Outros fogem para casa em busca da felicidade.Uns se casam pensando em ser feliz.Outros divorciam-se para ser feliz.Uns desejam viver sozinhos para ser felizes.Outros desejam possuir uma grande família a fim de ser feliz.Uns fazem viagens caríssimas buscando ser feliz.Analisam roteiros, escolhem os melhores hotéis,os pontos turísticos mais invejados para visitar.Outros trabalham além do normal buscando a felicidade.Fazem horas extras, inventam jogos e mais jogos para encher sempre mais os seus dias com compromissos profissionais.Uns desejam ser profissionais liberais para comandar a sua própria vida e poder ser feliz.Outros desejam ser empregados para ter a certeza do salário no final do mês e, assim, poder ser feliz.Outros, ainda, desejam trabalhar por comissão, assegurando que o seu esforço se transforme na melhor remuneração e assim ser feliz.É uma busca infinita.Anos desperdiçados.Nunca a lua está ao alcance da mão.Nunca o fruto está maduro.Nunca o carinho recebido é suficiente.Mas, há uma forma melhor de viver! A partir do momento em que decidirmos ser feliz, a nossa busca da felicidade chegou ao fim. É que percebemos que a felicidade não está na riqueza material, na casa nova, no carro novo, naquele emprego, naquela pessoa. Jamais está à venda. Quando não conseguimos achar satisfação dentro de nós mesmos, é inútil procurar noutra parte. Sempre que dependemos de factores externos para ter alegria, estamos fadados à decepção. A felicidade não se encontra nas coisas exteriores. A felicidade consiste na satisfação com o que temos e com o que não temos. Poucas coisas são necessárias para fazer o homem sábio feliz, ao mesmo tempo em que nenhuma fortuna satisfaz a um inconformado. As necessidades de cada um de nós são poucas. Enquanto nós tivermos algo a fazer, alguém para amar, alguma coisa para esperar, seremos felizes.Tenhamos certeza: A única fonte de felicidade está dentro de nós, e deve ser repartida. Repartir as nossas alegrias é como espalhar perfume sobre os outros: Sempre algumas gotas acabam caindo sobre nós mesmos.Se chover, sê feliz com a chuva que molha os campos,varre as ruas e limpa a atmosfera.Se fizer sol, aproveite o calor. Se houver flores no jardim, aproveita o perfume. Se tudo estiver seco, aproveita para colocar as mãos na terra, plantar sementes e aguardar que floresça.

O TEMPO É MUITO LENTO PARA OS QUE ESPERAM. MUITO RÁPIDO PARA OS QUE TÊM MEDO. MUITO LONGO PARA OS QUE LAMENTAM, MUITO CURTO PARA OS QUE FESTEJAM MAS PARA OS QUE AMAM, O TEMPO É ETERNIDADE.

Tuesday, April 04, 2006

A Dona Felicidade...



A felicidade está tão perto de nós.
Mas tão perto que não a percebemos.
Está...
No olhar de uma criança.
Num simples abraço.
Numa palavra de carinho.
Na luz do sol.
No vento que anuncia a chuva.
Nas flores, nos pássaros.
No céu, na lua e nas estrelas...
A felicidade esta em todo lugar.
Mas somos cegos, surdos e mudos para poder percebê-la.
Queremos "tocar" a "Dona Felicidade".
Mas ela, é intocável...
Só é sentida lá dentro do coração...

Vamos abrir os nossos sentidos.
Deixá-los livres para perceberem os mínimos detalhes do dia a dia.
Tenta, um dia só, percebendo e sentindo teus"Pedacinhos de Felicidades".
No final do dia, irás descobrir que não precisas muito para ser feliz.
Basta juntar os pequenos momentos para que se tornem grandes.

Lá longe...

Estive longe...
Tão longe a ponto de não conseguir encontrar-me
Vivendo na minha procura
Acabei por encontrar o melhor em mim, tu.
Fui-te buscar lá longe
No intimo dos meus desejos
Nas cores dos meus anseios
No entardecer
Nas horas de solidão
Escondidos no por do sol
Nas rimas de amor
No brilho da noite que reluz em meus olhos.
Poemas e trovas desistiram de tentar imitar-te
Chegava o momento de te encontrar
Entre cores, imagens,
Sons e sabores
Teu nome derrama a mais perfeita melodia
Confunde-se, o teu sorriso, com a tênue primavera.
De pétala em pétala deixas o teu perfume
Em cada pensamento meu.
Após esses passos ao teu lado
Minhas mãos já se acostumaram ao calor das tuas
Meus olhos buscam incessantemente a tua primavera
E meus sonhos...
Querem sempre tê-la ao meu lado.